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Bruninho e Davi falam sobre novo projeto, Gabriel Diniz e nova meta na carreira

Com um 2019 cheio de surpresas, a dupla Bruninho e Davi não para. Nascidos em Campo Grande (MS), os amigos Bruno Alessandro da Silva Cerri e Davi Garcia de Ávila Filho estão na estrada há 10 anos. 

Com muita história para contar e músicas para cantar, a dupla se tornou referência pelo estilo único de suas canções que misturam vários estilos para chegar na originalidade apresentada nos palcos pelo Brasil.

Divulgando seu mais novo projeto intitulado “Quase ontem”, dividido em cinco partes, a dupla concedeu entrevista exclusiva ao Portal Woods. Confira!

Aconteceu muita coisa com vocês esse ano. Como vocês avaliam o 2019 na carreira da dupla?

Bruninho: Tudo começa em 2018. No projeto da “Violada”, a gente sabia que tinha que gravar um disco, mas surgiu essa oportunidade, então a gente decidiu atrasar o disco e terminar o projeto. Quando terminou o ano de 2018, nós entregamos o projeto e começamos a pensar no disco. No meio disso, Davi ficou sabendo que ia ser pai, muita coisa veio acontecendo e a gente começou a escrever pensando no novo momento, tudo que a gente queria fazer, pensando que a gente queria fazer [o disco] como se fosse o último, sem pensar no que os outros falam. Acabou virando 2019 com a gente cantando esse disco que, eu acho, é o melhor da nossa carreira, a gente está muito feliz.

Davi: Minha filha nasceu bem no comecinho de 2019, no dia 19 de janeiro, então o ano já começou “pauleira” para nós. Eu falo “a gente” porque o Bruninho é padrinho dela, e ela faz parte dessa nossa nova maturidade, desse novo pensamento de deixar um legado musical, mas também deixar um legado e exemplo para os nossos filhos.

Bruninho: Essa entrevista tinha que ser em vídeo, porque eu estou abraçando-o [Davi] (sic), porque ele é muito fofo (risos).

 Vamos falar um pouco do “Quase ontem” que vai ser lançado em cinco partes. De onde surgiu essa ideia e por que vocês decidiram dividir o projeto?

Bruninho: Novo momento do mercado. E no [disco] “Ibirapuera” a gente perdeu muitas músicas boas que a gente gostava, que os fãs gostam, mas que não conseguiram alcançar todo mundo porque a gente lançou tudo de uma vez e é um disco que tinha muitas músicas boas. A galera não consegue similar. Isso é um problema quando se lança um disco com muitas músicas. Então esse [disco] é melhor do que aquele e já aprendendo com aquilo, querendo que as pessoas assimilem as músicas, com todo o carinho que foi feito, a gente está lançando devagar, com tranquilidade, para as pessoas ouvirem com calma.

Davi: Concordo cem por cento (risos).

O “Quase ontem” traz muitas participações diferentes. Como foi a escolha dessas participações?

Davi: Em primeiro lugar (sic), nós somos uma das poucas duplas que pode escolher um cara de outro segmento para cantar. Claro que todo mundo pode, mas a gente tem mais afinidade musical, nosso som já é diferente, então isso foi o que mais ajudou e contribuiu para fazer esse encaixe com artistas de outros estilos.

Bruninho: A gente sente prazer de ter esse desafio. Por exemplo, a música com o Vitão, a gente pensou ‘caraca, vamos fazer uma música com ele!’

Davi: Fora que ele é lindo! (risos)

Bruninho: Mas é isso, a gente gosta mesmo de buscar esse som e nos sentirmos (sic) à vontade. Então, até agora [no novo projeto tem] Vitão, Aline Rosa, que foi irado, é uma música nossa que é um axé, Renato Albani e, se não me engano, o Lulu [Santos]. Só galera massa!

Davi: Também tem participação de sertanejo que vai ser lançada na última parte.

Bruninho: Também tem o Atitude [67], João Gustavo e Murilo, João Bosco e Vinicius e temos também o Gabriel Diniz.

Davi: a gente ia lançar [antes] a música com o Gabriel [Diniz], mas por respeito à família, a gente deixou para depois.

Bruninho: Eles vão fazer um especial no aniversário dele. A gente gravou com ele e essa música seria lançada no começo do projeto. A gente acha que essa foi a última música que ele gravou [antes da tragédia] e isso mexeu muito com a gente, ainda mexe e, por isso, nós vamos lançar no final, na última parte.

Tem uma música de vocês que não para de tocar desde foi lançada que é ‘‘Zé Benedito’’. Como surgiu essa música?

Davi: A ‘‘Zé Benedito’’ é uma história. Acho que todo mundo que tem uma história diferente, se identifica mais com ela [a música], porque é uma história de superação, de vitória. É um cara que saiu do nada. Essa música é nossa com o Renato Albani e o Pedrinho Barata, que também escreveu. 

Bruninho: E foi uma resenha muito legal escrever [a música]. A gente teve a ideia de falar, exatamente, para o Renato, ‘cara, a gente teve uma ideia: um causo, um refrão! Você canta o causo e a gente canta o refrão’. Aí a gente foi escrevendo querendo passar uma mensagem. Isso foi bem legal porque foi um desafio para o Renato também. E foi irado porque [a música] não é uma junção só de artistas, mas é de amigos. É aquele lance de buscar o som e parcerias que a gente tem uma afinidade, que vai rolar uma energia. Todo dia alguém posta essa música, todo dia.

Davi: É legal porque ela [a música] tem uma mensagem! 

Bruninho: Agora a gente está, mais do que nunca, querendo fazer um som para a galera que gosta do nosso som, os nossos fás, independente dos números. É só uma música incrível que toca todas essas pessoas. Tem, por exemplo, dois milhões de views, mas são dois milhões de pessoas que assistiram esse vídeo e receberam a nossa mensagem e é isso que a gente vai buscar daqui para frente!

Postado 24 de Outubro de 2019
Por Lola Dias

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