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Alita: Anjo de Combate | Crítica

A Fox Films tem uma nova e diferente aposta que estreia nos cinemas dia 14 de fevereiro: ”Alita: Anjo de Combate”. O longa é uma adaptação do mangá Gunm, do autor Yukito Kishiro que conta a história de Alita (Rosa Salazar), uma ciborgue encontrada no lixo que não se lembra de seu passado e é reconstruída por um médico, o dr. Ido (Christoph Waltz). Alita se descobre uma lutadora e amante de ”motorball”, o jogo popular do ano de 2563, onde a história se passa.

Dirigo por Robert Rodriguez, com produção de Jon Landau e James Cameron (diretor e produtor de ”Titanic” e ”Avatar”), ”Alita” é um filme que vai fazer muitos adolescentes e jovens voltarem a querer andar de patins e se apaixonarem pela história já que conta com os temas de aventura, drama e muita ação, além do clichê romântico de sempre – que, nesse caso, até poderia ter sido dispensado. Criado para ser um filme cyberpunk, ”Alita: Anjo de Combate” cumpre seu papel, apesar de deixar algumas perguntas no ar como: ”quando a guerra começou?”, ”como ela começou?”, ”por que acabou?”, ”como humanos viraram ciborgues e começaram a conviver com máquinas?”, entre outras questões. Apesar de tudo, a história tem um sentido – o que já é um grande começo, se comparada com um ou outro longa que estreou no começo deste ano ou vai estrear ainda neste mês.

No início, o telespectador pode amar a produção e logo depois odiar e amar novamente, tudo vai depender de como ele ou ela vai reagir às ações da personagem principal no começo da narrativa. Alita é uma das guerreiras mais importantes de sua ”espécie”, mas ainda não sabe disso e, por não se lembrar, acaba agindo como uma criança muito infantilizada – o que pode irritar, às vezes -, sem falar que, para muitos, pode até parecer que é aquele velho problema de infantilizar para parecer mais ”fofa” só porque é uma personagem do sexo feminino – o que pode ser real, já que é baseado em um mangá (esses, normalmente, com uma cultura de infantilização da mulher), e pelo fato de ter tido apenas homens em sua produção e direção, e apenas uma mulher em um roteiro produzido por três pessoas.

Dito isso, é preciso dar um destaque positivo para a atuação do elenco – que também precisa ser destacado. Personagens como Chiren (Jennifer Connelly) e Vector (Mahershala Ali) dão um toque especial na narrativa. O britânico Ed Skrein também se mostra excelente no papel de Zapan, um caçador de recompensas invejoso e narcizista que pode despertar a antipatia dos telespectadores.

”Alita: Anjo de Combate” pode ser um longa classificado como ”legal ou bom” para a crítica especializada – o que quer dizer que é uma produção ”média” – mas para o telespectador é uma esperança de que o cinema não precisa ser só composto por filmes de super heróis.

Texto: Lola Dias

Foto: Reprodução/Divulgação

Postado 07 de fevereiro de 2019

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